Rafael: “Candidacy does not weaken the government’s base” – 10/05/2022 – News

The head of state of the PSB, Federal MP Rafael Motta, confirmed that his political project in the 2022 elections is to compete for the seat of the only senator of the Republic. “We have the unofficial opinion polls, which is the automatic support of the population,” he said, believing that this does not weaken the base of the ruling party Fatma Bezira (Labour), which benefits the candidate of Hizb ut Tahrir, former minister Rogerio Marinho, who is also running. With PDT pre-candidate, former Mayor of Natal, Carlos Eduardo Alves. The MP’s remarks came on the “Journal da Manha” program, a program on Govm Ban News Natal (93.5 FM).

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During an interview with Jovem Pan News Natal, Rafael Motta confirmed that he is maintaining the candidacy

“They analyze what has been said publicly regarding some of the people who are part of the administration of the government, they are a minority that does not understand politics and probably does not follow much of what is on the minds of the population and has respectfully defended the name Carlos Eduardo. But people do not want to vote for him,” said Rafael Motta. “.

And in the event that the governor asked him to withdraw from the initial candidacy for senator, Rafael Motta warned that he “would not agree, because what is detrimental to her work, perhaps it is this kind of association that is happening.”

In the assessment of Rafael Motta, “We have to analyze the past and the history of every year, three and a half years ago, it is very recent. Rio Grande do Norte is used to not accepting this kind of formation and training. [de recentes adversários, historicamente tem rejeitado esse tipo de composição”.

O parlamentar também declarou que “é um político muito cuidadoso, de não dar o passo maior que as pernas e nem chegar invadindo espaço de ninguém para empurrar goela abaixo”. Mas ressalvou que sua pré-candidatura a senador “é um assunto que vem sendo discutido desde agosto do ano passado, inclusive na presença do ex-presidente Lula”.

“Eu disse, claramente, que se fosse necessário e meu nome tivesse viabilidade mais do que qualquer outro  para derrotar o Bolsonarismo, estaria à disposição”, continuou Motta, que sequenciou: “E assim, reiteradas vezes em articulação nacional e com a própria Gleisi Hoffmann (presidente nacional do PT e deputada federal pelo Paraná), só que de um dia para a noite a gente viu uma formatação de chapa que não tem sido aceita pela população”.

Ele afirmou que teve o cuidado de conversar com nomes históricos e militantes petistas. “As pessoas dizem que o PT tem de defender quem defende os trabalhadores. E afirmam que tenho sido parceiro da governadora da bancada do PT”.

Segundo ele, não está sendo criada nenhuma dificuldade para a governadora, mas o que pode dizer “é que a população precisa de um legítimo representante que tenha coerência nas suas ações.”

Rafael Motta afirmou que durante a Marcha dos Prefeitos e Vereadores, na semana retrasada em Brasília, “o comentário era esse: “a gente não consegue nem pedir voto para os pré-candidatos que aí estão”, porque um é conhecido pela população brasileira como “pai das reformas, tirou direito do trabalhador, dificultou aposentadoria do brasileiro”, enquanto o outro “é uma incógnita, a gente não sabe como vai caminhar, três anos atrás estava pedindo voto pra Bolsonaro e agora é “lulista” de carteirinha”.

Para Rafael Motta, “essa falta de coerência na política a população já não aceita mais, por isso disponibilizou se nome. Na verdade, segundo o deputado, sua pré-candidatura ao Senado “vem sendo conversada há muito tempo”, desde agosto do ano passado, quando o ex-presidente Lula esteve em Natal e acenou para ter o deputado federal Walter Alves (MDB) como companheiro de chapa da governadora Fátima Bezerra.

“Há legitimidade para incluir nome nas pesquisas”

Apesar de ter se empenhado na formação de uma pré-chapa proporcional, Rafael Motta disse que, antes de ser deputado e ter projetos pessoais, é um dirigente de partido: “O papel de um bom dirigente partidário é pensar coletivamente, então a gente montou uma boa nominata de deputado estadual, uma excelente nominata de deputado federal e acho que o partido tem legitimidade de pedir a inclusão do nosso nome nas pesquisas, isso é natural”. Segundo o deputado, o resultado das eleições para deputado federal “só se vai saber no dia, mas a nossa perspectiva  é de eleger dois deputados”.

O parlamentar disse que acompanhou a entrevista de Rogério Marinho na rádio Jovem Pan News Natal, e achou “bastante curioso fazer crítica a governadora”, mas cobrou porque  o eventual concorrente ao Senado Federal “não colocou o seu nome à disposição para disputar o governo de Estado, já que tem tanto conhecimento de causa e o  potiguar apela por uma reconstrução do Rio Grande do Norte”.

A respeito do fato de Rogério Marinho ter alegado que atendeu pleito do presidente Jair Bolsonaro, o deputado Rafael Motta acha que “faltou um pouco de coragem”, porque sabe da “pouca viabilidade e do pouco apreço que o povo tem por ele”. Rafael Motta ressalvou que o ex-ministro foi companheiro de bancada federal em Brasília, “mas sabe que foi rechaçado e não conseguiu a reeleição, porque a gente colhe o que a gente planta”.

Para Motta, a defesa da reforma trabalhista foi primordial para ele ter insucesso na reeleição. 

Motta também disse que as críticas direcionadas por Marinho ao ex-prefeito Carlos Eduardo “é uma situação entre eles”.

Rafael Motta conta que foi o parlamentar reeleito mais votado em 2018, mesmo tendo o apoio de poucos prefeitos e em oposição ao governo federal e estadual, “isso demonstrou que eu estava no caminho certo e correto”, enquanto o então deputado Rogério Marinho, apesar de ter o apoio do  governo Temer, “emendas extras e todo tipo de benefício, não conseguiu sucesso, as pessoas esquecem que têm de estar do lado da população para pedir o voto e sair às ruas”. 

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